quarta-feira, 23 de março de 2011

Carta enviada de uma mãe para outra mãe em São Paulo



PRESTE ATENÇÃO!
Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP,
após noticiário na TV:

DE MÃE PARA MÃE:
*Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão
contra a transferência do seu filho, menor infrator, das  dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

*Vi você se queixando da distância que agora a separa do  seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes
decorrentes daquela transferência.
*Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato,
assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...
*Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu  protesto.Quero com ele fazer coro.
*Enorme é a distância que me separa do meu filho.

*Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as  dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados,para auxiliar no sustento e educação do resto da família...

*Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que  desempenha para mim importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

*Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que  o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo-locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.

*No próximo domingo,quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...

*Ah! Ia me esquecendo:
e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu, que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.
Nem no cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas "Entidades" que tanto lhe  confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me  indicar
"Os meus direitos"!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Mario Benedetti

Abertura literal da novela Vale Tudo

Pen drive fornecido pela Receita para realizar a declaração do imposto de renda


E que atividade....coloca atividade nisso!



A apresentadora de um programa feminino de variedades pergunta à D.Irene, uma jovem senhora de 40 anos:
- A Senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as atividades de uma típica dona de casa?
- Ah, sim... De manhã, levo os meninos ao colégio. Depois, na volta do colégio, tenho três horas de atividades sexuais... Então, meu marido e filhos chegam pro almoço, almoçam, ele volta pro trabalho e as crianças vão fazer os deveres... Aí, tenho mais algumas horas de atividades sexuais até a noite, quando jantamos e vamos todos pra cama!
- Minha nossa! Desculpe, mas a senhora pode nos explicar em que consiste essas atividades sexuais?
Ah, lógico, explico sim! Atividade sexual é fazer tudo o que é foda: é foda varrer, é foda passar pano no chão, é foda lavar roupa, é foda arear as panelas, é foda lavar louças, é foda lavar cachorro, é foda arrumar camas, é foda costurar, é foda passar roupas, é foda limpar os vidros... Etc..etc...

Advogado é fogo, mas Polícia é Polícia!




Lição fundamental:
Fato acontecido em uma Vara da cidade de São Paulo na Inquirição em Juízo de um policial pelo advogado de defesa do réu, que tentava abalar a sua credibilidade.

Advogado: Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: Não senhor. Mas eu o vi a algumas quadras do local do crime e o prendi como suspeito, pois ele é, e se trajava conforme a descrição dada do criminoso.

Advogado: E quem forneceu a descrição do criminoso?
Policial: O policial que chegou primeiro ao local do crime.

Advogado: Um colega policial forneceu as características do suposto criminoso.. Você confia nos seus colegas policiais?
Policial: Sim, senhor.. Confio a minha vida.

Advogado: A sua vida? Então diga-nos se na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar.
Policial: Sim, senhor, temos um vestiário.

Advogado: E vocês trancam a porta com chave?
Policial: Sim, senhor, nós trancamos.

Advogado: E o seu armário, você também o tranca com cadeado?
Policial: Sim, senhor, eu tranco.

Advogado: Por que, então, policial, você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você são colegas a quem você confia sua vida?
Policial: É que nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.

Uma gargalhada geral da platéia obrigou o Juiz a suspender a sessão ...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
d3d3LnRvcnJlZGViYWJlbDEwLmJsb2dzcG90LmNvbSQkJDQ0NTAjIyMzMzY=