quarta-feira, 23 de maio de 2012

Crise masculina

 

 
Quando eu completei 25 anos de casado, introspectivo, olhei para minha
esposa e disse:

- Querida, 25 anos atrás nós tínhamos um fusquinha, um apartamento
caindo aos pedaços, dormíamos em um sofá-cama e víamos televisão em
preto e branco de 14 polegadas. Mas, todas as noites, eu dormia com
uma mulher de 25 anos.

E continuei:
- Agora nós temos uma mansão, duas Mercedes, uma cama super King Size
e uma TV de plasma de 50 polegadas, mas eu estou dormindo com uma
senhora de 50 anos. Parece-me que você é a única que não está
evoluindo.

Minha esposa, que é uma mulher muito sensata, disse-me então, sem
sequer levantar os olhos do que estava fazendo:
- Sem problemas. Saia de casa e ache uma mulher de 25 anos de idade
que queira ficar com você. E se isso acontecer, com o maior prazer eu
farei com que você, novamente, consiga viver em um apartamento caindo
aos pedaços, durma em um sofá-cama e não dirija nada mais do que um
fusquinha.

Sabe que fiquei curado da minha crise de meia-idade?
Essas mulheres mais maduras são realmente demais!

E PRA COMPLETAR...

- Querida, me responda, onde está aquela mulher linda e gostosa com
quem eu me casei?
A mulher responde, sem levantar os olhos do que estava fazendo:
- Querido! Você a comeu. Olhe bem o tamanho de sua barriga!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

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