Esse pequeno gênio do piano tem 6 anos de idade e toca mais de 200 músicas de cor, sem partitura. Ele é filho de russos e mostra ao entrevistador, como dizer "Eu te amo", em russo. Quando perguntado como começou a tocar, ele diz com naturalidade que ouvia CDs e reproduzia as notas. "Meus pais olharam na sala e viram que era eu... Eles não acreditaram." "Meu pai é um bom pianista. Mas ele não tocava muito bem "Mary had a little lamb". E eu ensinei, ensinei, ensinei ...e não funcionou..." Em uma das suas apresentações, ele tocou para 6.000 pessoas. "Eu não queria fazer aquele show, mas eu tive que fazê-lo." diz ele. Perguntado se gosta de rock, ele disse "No show de rock... Aerosmith... eu tive que andar no tapete vermelho...quando eu ouvi a música, corri para fora do prédio e voltei para o nosso hotel." Quando o entrevistador o convida para tocar e pergunta se ele pode alcançar os pedais ele naturalmente responde: "Eu não preciso deles."Ao apresentar-se ele toca 'The entertainer, de Scott Jopplin,a "Marcha Turca, de Mozart, o "Minueto, de Bach. A última música que ele toca no programa " A Fuga do Tigre no Zoológico" foi composta por ele mesmo. Sensacional!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Lapônia: Terra da aurora boreal e do Papai Noel
A região da Lapônia, na Finlândia, figura na história como a terra originária da lenda do velho Nicolau, o Papai Noel. Mas seus atrativos vão muito além dos roteiros que envolvem o bom velhinho fantasiado por crianças do mundo inteiro. A começar pela geografia, a Lapônia não está apenas em território finlandês. Os seus quase 400 mil quilômetros quadrados, localizados acima do Círculo Polar ártico, avançam pela Suécia, Noruega, além de parte da Rússia. O perfil poderia sugerir uma monótona paisagem gelada, mas surpreende qualquer visitante afinado às belezas naturais e desprovido de receios com o frio. Isso porque, quase toda área --- ou exatos 388 km2 --- são formados por montanhas, lagos, florestas boreais, tundras (a vegetação típica dos árticos) e relevos cuja variedade salta aos olhos dos turistas.
Essa pitoresca região é habitada por cerca de 50 mil lapões, o índio nórdico cuja origem étnica remonta 2.500 anos de história na Escandinávia. Em grupos espalhados pelos meandros da Lapônia, esses nativos vivem do rebanho de renas e porcos. Alguns ainda mantêm hábitos nômades. Outros, com o turismo, passaram a comercializar o artesanato que confeccionam com habilidade.
Mas são os fenômenos naturais que tornam a viagem à Lapônia uma experiência singular, seja no inverno ou no verão. Muitos podem não ter ouvido falar da região, mas da fabulosa terra do Sol da meia-noite, com certeza. Por causa da inclinação da Terra e de sua rotação em torno do Sol, regiões polares como a Lapônia vivem imensos contrastes entre dias de verão e de inverno. No primeiro caso, os dias são intermináveis e para conseguir dormir os habitantes locais cobrem janelas ou qualquer fresta insistente com tecido preto e grosso.
Em julho, no ápice do verão no Hemisfério Norte, a Lapônia assiste ao "Sol da meia-noite", que dá uma volta inteira no horizonte, sem nunca desaparecer ou subir muito. O fenômeno é o deleite de turistas dos cinco continentes, que podem passear a qualquer horário por Rovaniemi, a cidade âncora da Lapônia, ou mesmo, esticar nos tragos. A língua predominante é o finlandês, mas o inglês é bem aceito. Há também a festa do Sol da meia-noite, cuja tradição manda que todos se dirijam a um lugar ao ar livre para dançar, cantar e beber entre parentes e amigos. À meia-noite todos se voltam para o horizonte, acendem uma fogueira e esperam, em vão, pelo pôr-do-sol.
A Vila do Papai Noel
Cerca de 500 mil turistas por ano visitam a Vila do Papai Noel, localizada nas imediações de Rovaniemi. O local é a segunda maior atração da região, perdendo apenas para o "Sol da meia-noite". Na vila, além da Casa do Papai Noel, estão lojinhas, restaurantes e demais atrações do velhinho de barbas longas e brancas. De lá, pode-se mandar cartas para crianças de todos os países e em qualquer língua.
O Papai Noel da Lapônia recebe aproximadamente 700 mil cartas por ano, originadas de cerca de 150 países, quase todas com pedidos de presentes, sobretudo brinquedos.
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